Traduções de títulos de filmes no Brasil

Um dos filmes mais falados entre as adolescentes recentemente é o “50 shades of grey” traduzido para o português como “50 tons de cinza”.

Para quem sabe um pouquinho de inglês, diria que essa tradução está perfeita. E na verdade está, se levarmos em conta apenas a tradução “palavra por palavra”. Porém, quem leu os livros e assistiu ao filme deve ter percebido que o nome do título, na verdade, vai além da cor “cinza”, afinal a personagem principal do filme simplesmente se chama Christian “Grey”.

Mas a questão é o que levou o tradutor a colocar o título como “50 tons de cinza”? Qual a relação da cor cinza nisso tudo? Seria mais adequado traduzir como “50 tons de Grey”? Brincadeiras a parte, levantamos esse assunto para contar de onde os tradutores tiram essas ideias e lembrar algumas das traduções de títulos de filmes mais diferentes que tivemos até hoje.

O site da Saraiva (www.saraivaconteudo.com.br) publicou uma justificativa dada pela assessoria de imprensa da produtora Warner explicando o porquê os filmes recebem essas traduções um pouco diferentes.

Critérios

“As distribuidoras tendem a manter a correspondência, mas quando isso não é possível existem outros artifícios como subtítulos”, revela Melo.

Esse recurso é usado para adaptar o nome sem modifica-lo, mas ao mesmo tempo explicitar o assunto do filme. Moulin Rouge – Amor Em Vermelho, Pulp Fiction – Tempo de Violência e Forrest Gump – O Contador de Histórias são exemplo de nomes que utilizaram essa fórmula.

Segundo as informações da assessoria da Warner, os critérios podem variar e são muito específicos dependendo da produção, mas procura-se manter o sentido mais próximo do original. De forma geral, são avaliados a sonoridade e o significado cultural do nome para cada país de exibição.

Em uma busca rápida encontramos um site que apresenta 30 péssimas traduções de títulos de filmes no Brasil. Seguem alguns desses títulos e caso tenha interesse em conhecer os demais, segue o link do site (www.adorocinema.com).

Título no Brasil: Se Beber, Não Case!

Título original: The Hangover

Tradução literal: A Ressaca


Título no Brasil: A Noviça Rebelde

Título original: The Sound of Music

Tradução literal: O Som da Música


Título no Brasil: Amnésia

Título original: Memento

Tradução literal: Lembra-te


Título no Brasil: O Garoto de Liverpool

Título original: Nowhere Boy

Tradução literal: O Garoto de Lugar Nenhum


Título no Brasil: Medo Ponto Com Br

Título original: Fear Dot Com

Tradução literal: Medo Ponto Com


Título no Brasil: Encontros e Desencontros

Título original: Lost in Translation

Tradução literal: Perdidos na Tradução


Título no Brasil: Noivo Neurótico, Noiva Nervosa

Título original: Annie Hall

Tradução literal: Annie Hall


Título no Brasil: O Império (do Besteirol) Contra-Ataca

Título original: Jay and Silent Bob Strike Back

Tradução literal: Jay e Silent Bob Contra-Atacam


Título no Brasil: Tá Todo Mundo Louco! – Uma Corrida por Milhõe$

Título original: Rat Race

Tradução literal: Corrida de Ratos


Título no Brasil: Cada Um Tem a Gêmea que Merece

Título original: Jack and Jill

Tradução literal: Jack e Jill

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PARA SER UM BOM TRADUTOR

PARA SER UM BOM TRADUTOR

Por Maressa Machado

Levantei uma lista com tópicos que me inspiram a ser uma boa tradutora. Eu levei em consideração pontos que está ao redor de um tradutor e como fazer melhorias para se tornar um ótimo profissional.

Ler -  Ler livros, revistas, jornais…

Para que um texto fique fluente é necessário escrever bem, e escrever bem está totalmente relacionado com a leitura. Ler textos tanto na língua materna quanto na língua estrangeira é importante, estar em contato com a língua em diferentes formas de escrita é muito bem vindo para que o trabalho na tradução seja coerente.

Pesquisar

Por mais que sua especialidade seja voltada para uma área específica, sempre haverá algum termo ou expressão que você desconhece ou tem mais de um significado, sendo assim, é imprescindível saber pesquisar. As fontes podem ser variadas: dicionários, glossários, internet.

Saber quando a ajuda é necessária

Traduzir envolve estar preparado para transpor as palavras, os termos e as expressões, saber interpretar o que o autor do texto está dizendo e ainda escrever o texto como se fosse o autor que estivesse escrito. Muitas vezes nos deparamos com empecilhos que nos fazem divergir destes propósitos e a pesquisa parece não ajudar, por isso, acredito que a ajuda de outro profissional possa nos inspirar a fazer uma boa tradução. Seja com uma opinião, até um conhecimento pessoal que ele saiba e você não, é preciso saber pedir ajuda.

Estar atualizado

A língua é sempre inovadora, de tempos em tempos, ela se transforma, novas palavras vão surgindo e outras vão desaparecendo. É necessário sempre ler, assistir e vivenciar a língua, para que não se utilize de palavras ultrapassadas, deixando o texto caracterizado. E além disso, saber dos acontecimentos mundo a fora, palavras podem ser inventadas para fenômenos por exemplo, se você não sabe do que se trata, não será possível traduzir.

Gostar, desfrutar, apreciar o traduzir

Por último e não menos importante, é preciso gostar do que se faz. Se interessar por esta profissão é essencial, pois assim, podemos nos dedicar de verdade e fazer com prazer, resultando em um ótimo trabalho. Se você gosta de traduzir, os itens anteriores não devem ser difíceis de se concluir.

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A Importância dos Gêneros Textuais para a Tradução

A IMPORTÂNCIA DOS GÊNEROS TEXTUAIS PARA A TRADUÇÃO:

Por Kamila do Nascimento Lopes

As produções linguísticas são diferentes porque elas atendem públicos, meios e objetivos diferentes, por exemplo, um classificado de jornal, deve ser compacto, contendo apenas informações necessárias, produzindo assim uma leitura rápida para o seu público específico, diferentemente de um romance que atende outro público alvo, que não procura uma leitura rápida, mas sim desfrutar de uma boa história de romance. Desta forma pode-se incluir a linguagem que também diferencia de uma produção para a outra.

O conhecimento das características específicas de um texto pode evitar que no momento da tradução de um classificado, o tradutor não ultrapasse os limites do texto, transformando aquela tradução em um erro.

As diferenças entre os gêneros e até mesmo dentro dos gêneros fazem com que se torne necessário sempre saber lidar com as diferenças culturais que cada tradução pode acarretar, e essa perspectiva não se aplica apenas às traduções, mas o entendimento no geral, sendo assim essa ‘não percepção’ das diferenças pode afetar e muito no resultado final esperado. Assim como citado por Bakhtin (1997, p. 284):

“Uma dada função (científica, técnica, ideológica, oficial, cotidiana) e dadas condições, específicas para cada uma das esferas da comunicação verbal, geram um dado gênero, ou seja, um dado tipo de enunciado, relativamente estável do ponto de vista temático, composicional e estilístico.”

Deste modo, sendo o gênero relativamente estável, deve-se considerar a natureza e as particularidades de gênero referentes à variedade do discurso.

O gênero Sermão, por exemplo, devido à grande valorização e ao grande crescimento da religião, hoje pode ser discutido como texto literário (obras de Padre Antônio Vieira). São textos lidos e discutidos dentro da escola como parte do ensino das escolas literárias. Além disso, existem vários tipos de sermão e a sua tradução deve ser abordada de maneira distinta.

Conhecer e entender as diferenças entre os gêneros textuais fazem a diferença na hora de traduzir, por isso, além de entender do assunto a ser traduzido, o tradutor deve ser um amante de sua língua de partida, conhecendo as peculiaridades, gramática e pontos relevantes que fazem a diferença para um trabalho de qualidade.

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As crianças podem ajudar nas atividades de casa?

Com a volta às aulas, preparamos um post que fala sobre rotina e divisão de atividades dentro de casa.

Esse tema é interessante e foi abordado no blog de Rachel Miller “Kids Activities” de mães que ajudam outras mães com ideias de atividades e informações.

Assim como temos atividades para crianças nos diferentes momentos de aprendizagem, também há tarefas domésticas que podem ser realizadas de acordo com as idades. A boa notícia é que toda a família se beneficia com a distribuição das tarefas!

Ter uma rotina ajuda a manter as coisas organizadas. Para as crianças é importante ter uma rotina e estar inserida na rotina da casa. Elas precisam ter responsabilidades e lições de vida e começar isso em casa é essencial.

Os pais sabem que tipo de atividade seus filhos poderiam realizar, por exemplo, meninas cursando o ensino médio poderiam cuidar de suas próprias roupas. Como toda nova atividade, os pais devem ter paciência e ensinar. É uma forma dos filhos passarem mais tempo com os pais e aprenderem o jeito que eles gostam que as atividades sejam realizadas, podendo até surgir melhores formas de realizar tais atividades.

Lembrete: Não ceda quando seu filho choramingar ou reclamar. Quanto mais cedo a criança começar a ajudar com as atividades, mais comum será para ela ajudar a manter a casa em ordem.

Segue abaixo algumas sugestões de tarefas divididas por idade:

2 a 3 anos:

- Recolher os brinquedos

- Levar prato e copo até a pia após as refeições

- Arrumar a colcha na cama

- Colocar a roupa suja no cesto

- Limpar coisas derramadas

4 a 5 anos:

As atividades acima mais

- Arrumar a cama

- Ajudar a colocar as roupas sujas na máquina de lavar/secar

- Ajudar a guardas as roupas

- Tirar o lixo de reciclagem

- Colocar a louça suja na máquina de lavar

- Tirar o pó

- Alimentar os animais de estimação

- Regar as plantas

6 a 8 anos:

As atividades acima mais

- Por a mesa

- Lavar a louça

- Coletar o lixo espalhado pela casa

- Varrer

- Passar o aspirador de pó

- Pegar a correspondência

- Guardar as roupas limpas

- Guardar os alimentos

- Lavar o carro (apesar que essa atividade deve ser repensada com a preocupação com a água)

9 a 11 anos:

As atividades acima mais

- Ajudar na preparação das refeições

- Levar o cachorro para passear

- Cortar a grama

- Limpar a casinha dos animais de estimação

- Trocar o lençol da cama

12 a 14 anos:

As atividades acima mais

- Limpar o banheiro

- Lavar roupa

- Cuidar do jardim e do quintal

- Ajudar a cuidar dos irmãos mais novos

Que tal inserir esse tipo de divisão na sua casa? Vale a pena tentar!

Abraços,

Marina Olivetti

Blog Kids Activities:  http://kidsactivitiesblog.com/46550/chores-for-kids

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Idiomas Fictícios

Se você curte idiomas, vai adorar nosso post de hoje!

Cada vez mais, os idiomas vão muito além do que a nossa realidade permite. Séries, filmes e livros estão inventando seus próprios idiomas e vou te falar, os fãs adoram!!!

Existem pessoas que mergulham nessa ideia de cabeça, aprendem, montam comunidades e a partir disso, começam um “novo” mundo.

Abaixo, separamos alguns exemplos desses idiomas e caso tenham vontade, podem pesquisar melhor e até se aventurar nessa ideia de aprender um novo idioma:

Klingon (Jornada nas Estrelas)

Esta é, provavelmente, a língua fictícia mais conhecida. A primeira vez que alguém pronunciou palavras no idioma foi em “Jornada nas Estrelas: O Filme”, de 1979. E foi tudo no improviso: James Doohan, o ator que interpretava Scotty, inventou umas palavras e, depois, Marc Okrand se baseou na sua fala para desenvolver toda a língua. Desde então, a linguagem já apareceu em várias outras séries e filmes.

A gramática, o alfabeto e a fonética do klingon não se assemelham a línguas reais. Mas muita gente dedica a vida a estudar o idioma – academicamente, inclusive. Existe até um instituto voltado para a divulgação e tradução do klingon, além de diversos sites que apresentam tópicos de aprendizagem fácil e rápido.

Esse idioma foi projetado com uma ordem de palavras do tipo Objeto Verbo Sujeito (OVS) para torná-lo menos intuitivo e dar-lhe um aspecto mais alienígena. Costuma-se dizer do Klingon que é similar a línguas indígenas estadunidenses em vários aspectos.

Quenya e Sindarin (O Hobbit e O Senhor dos Anéis)

Conhecido também como élfico maduro, o quenya é o idioma élfico mais antigo na Terra Média. J. R. R. Tolkien desenvolveu toda a língua inspirado pela fonética do finlandês, mas isso não significa que quem é fluente nesse idioma consegue entender o quenya. Como precisava de um alfabeto, Tolkien inventou as tengwar e, para representar os sons de vogais, as tehtar.

Das Três Casas dos Elfos, os Noldor e os Vanyar falavam dialetos do quenya um pouco diferentes, mas inteligíveis, o “Quenya Noldorin”, ou “Quenya Exílico” (chamado assim por causa da fuga dos Noldor para a Terra-média) e o “Quenya Vanyarin”, também chamado de “Quendya”. O quenya também foi adotado pelos Valar, que introduziram nele algumas palavras de sua própria língua, o Valarin, embora essas fossem mais numerosas no dialeto Vanyarin do que no dialeto Noldorin do quenya, provavelmente pela maior convivência dos Vanyar com os Valar.

Na Terceira Era do Sol o quenya não era mais uma língua viva na Terra-média: a maior parte dos elfos falava o sindarin, e a maioria dos humanos falava o westron. O quenya era utilizado como uma língua cerimonial ou utilizada em registros, assim como o latim era utilizado na europa medieval. Por conta da semelhança no uso, Tolkien chamou o quenya de “latim élfico”.

O sindarin possuía raízes comuns com o quenya, mas era mais mutável que a última; havia um certo número de “dialetos” regionais do sindarin, sendo aquele falado em Doriath considerada a forma mais nobre da língua.

Na’vi (Avatar)

Além de uma biodiversidade fenomenal, um planeta e um povo, James Cameron decidiu criar também uma cultura e um idioma para os alienígenas humanóides de Avatar. Para isso, ele passou a Paul Frommer, professor da University of Southern California, a tarefa de criar um idioma que fosse fácil de falar, mas que não lembrasse línguas reais. Na’vi foi construída para se ajustar ao conceito do diretor James Cameron de como o idioma deveria soar no filme, para poder ser realmente aprendida pelos personagens e para poder ser pronunciável pelos atores, mas que não se assemelhasse a nenhuma outra língua humana. No site Learn Na’vi, você encontra a gramática, o vocabulário e tudo mais que possa precisar para aprender a língua.

Dothraki (Game of Thrones/Crônicas de Gelo e Fogo)

Se você curte a série “Game of Thrones” e os livros de George R. R. Martin, com certeza já se pegou tentando falar alguma coisa em dothraki, a língua-mãe de Khal Drogo que Daenerys Targaryen teve que aprender. O idioma, como você pode imaginar, surgiu na cabeça de George, mas nos livros há poucas palavras e frases. Quando a HBO decidiu produzir a série de TV, chamou David J. Peterson, um inventor de línguas, para desenvolver o idioma e torná-lo crível na telinha. Embora o idioma seja um dos mais novos da lista, já tem gente aprendendo a se comunicar com o Grande Garanhão. Um dos portais mais seguros para quem quer se arriscar é o Dothraki.com. O site é mantido pelo próprio David e ele fala de muitas outras coisas do universo de Westeros. O Dothraki.org também traz muitas dicas para quem quer aprender a língua e funciona na base do wiki, ou seja, os próprios fãs desenvolvem as apostilas.

Em 26 de outubro de 2010 existiam mais de 2500 palavras no léxico da língua, porém apenas seu criador conhece toda a sua gramática. Com o sucesso da série, no entanto, existe uma crescente comunidade de adeptos do idioma dothraki, que oferecem informações sobre a língua e seu desenvolvimento.

Ofidioglossia (Harry Potter)

Não poderíamos esquecer a língua oficial dos descendentes de Salazar Sonserina, o fundador da casa mais polêmica da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. A língua que Aquele-que-não-deve-ser-nomeado usa para se comunicar com sua serpente de estimação, Nagini, é quase impossível de pronunciar. Prova disso é que só quem já nasce com o talento consegue falar o “idioma”. A única exceção é o próprio Harry Potter, que, como você provavelmente sabe, adquiriu o dom quando um pedaço da alma de Tom Riddle entrou nele. Ofidioglota é uma pessoa com a peculiar e malvista habilidade de falar e entender a língua das cobras, a chamada Ofidioglossia. É um dom raro e geralmente associado à Magia Negra. Aparentemente, é passada através das gerações e não pode ser aprendida.

Fontes:

http://literatortura.com/2013/06/10-idiomas-ficticios-para-se-aprender-em-casa/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Quenya#Hist.C3.B3ria_fict.C3.ADcia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sindarin

http://milamarcel47.blogspot.com.br/2013/01/linguas-das-cobras-ofidioglossia.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_dothraki

http://noticias.r7.com/esquisitices/noticias/site-ensina-a-falar-na-vi-20100108.htm

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Obras que viraram domínio público em 2015

O ano de 2015 se inicia com muitas obras entrando para o domínio público. Isso quer dizer que tais obras poderão ser usadas por qualquer um, sem necessidade do pagamento de direitos autorais ou quaisquer restrições de autoria. As obras poderão ser usadas livremente! Dentre as obras está um dos livros mais lidos da literatura francesa, um clássico mundial: O Pequeno Príncipe.

O site para acessar as obras disponíveis no domínio público é o http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Veja a reportagem completa da EBC com mais informações abaixo:

Confira as obras que viraram domínio público em 2015

Líria Jade – Portal EBC04

O ano começou movimentando o mundo da cultura. Em 2015, as obras de Antoine de Saint-Exupéry, Piet Mondrian, Wassily Kandinsky e outras entraram em domínio público. Isso acontece porque o primeiro dia do ano é “tradicionalmente” o Dia do Domínio Público e as obras podem ser usadas livremente por qualquer pessoa, sem restrições ou necessidade de pagamento ou autorização.

Isso significa que, se você copiar a obra, não vai mais estar infringindo direitos autorais. As pessoas podem reproduzir, copiar, criar obras derivadas, remixar e o que mais lhe vier à cabeça.

Confira a lista de alguns autores cujas obras foram liberadas neste ano:

Domínio público, no Direito da Propriedade Intelectual, é o conjunto de obras culturais, de tecnologia ou de informação (livros, artigos, obras musicais, invenções e outros) de livre uso comercial, porque não são submetidas a direitos patrimoniais exclusivos de alguma pessoa física ou jurídica, mas que podem ser objeto de direitos morais.

Em geral, os países tornam uma obra pública no primeiro dia do ano seguinte em que se completam 50 ou 70 anos da morte do autor. O ano de 2014, por exemplo, marcou os 70 anos da morte de Antoine de Saint-Exupéry, escritor de “O Pequeno Príncipe”. De acordo com a legislação brasileira, a obra de Saint-Exupéry entraria em domínio público em 2015. Mas com o escritor é um herói de guerra, o governo francês decidiu prorrogar por mais 30 anos o prazo para que a família dele se beneficie dos direitos sobre a obra, medida que gerou debates entre os especialistas brasileiros. De acordo com o Itamaraty, com base na legislação internacional e na brasileira, a obra já se encontra em domínio público.

No Brasil, os direitos patrimoniais do autor duram por setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subsequente ao falecimento do autor. Além das obras em que o prazo de proteção aos direitos excedeu, pertencem ao domínio público também: as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores, as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal para os conhecimentos étnicos e tradicionais.

Fonte: http://www.ebc.com.br/cultura/2015/01/confira-as-obras-que-viraram-dominio-publico-em-2015

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Inglês Americano x Inglês Britânico

A diferença entre o inglês americano e o inglês britânico não é muito significativa em seu dialeto, apesar de identificarmos diferenças de pronúncia e vocabulário.

Ao trabalhar com a versão de textos para a língua inglesa devemos ter a preocupação de quem é o cliente final para fazer as escolhas certas das palavras e os ajustes de ortografia. Um ponto que muda consideravelmente é a citação de gírias e expressões, como, por exemplo, a frase a seguir no inglês britânico “My brother was gutted about the football result last night.” (very disappointed).

Segue abaixo algumas palavras com diferenças no vocabulário e ortografia:

DIFERENÇAS DE VOCABULÁRIO

PORTUGUÊS INGLÊS AMERICANO INGLÊS BRITÂNICO
Advogado Lawyer Solicitor, Barrister
Agenda Appointment book Diary
Aluga-se For rent To let
Aspas Quotation marks Speech marks
Centro (de uma cidade) Downtown City centre, Town centre
Conta Corrente Checking account Current account
Consultório Doctor’s office Surgery
Corpo Docente Faculty Academic Staff
Currículo Resume Curriculum vitae
Diretor (de escola) Principal Headteacher, Headmaster
Escola Particular Private school Independent school
Escola Pública Public school State school
Ponto (final de frase) Period Full stop
Sindicato Labor union Trade union

DIFERENÇAS NA ORTOGRAFIA

INGLÊS AMERICANO INGLÊS BRITÂNICO
Center Centre
Analyze Analyse
Catalog Catalogue
Traveler Traveller
Fulfill Fulfil
Program Programme
Specialty Speciality
License Licence
Theater Theatre
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ANÁLISE CRÍTICA E TRADUÇÃO DO POEMA DE EMILY DICKINSON

ANÁLISE CRÍTICA E TRADUÇÃO DO POEMA DE EMILY DICKINSON

Por Kamila do Nascimento Lopes                                                

1 Sobre a autora

Emily Dickinson com seu jeito tão diferente, reservado, sempre despertou em outros artistas e até mesmo em estudiosos da área a curiosidade de tentar entender sua linha de trabalho.

Já afirmava WIECHMANN, 2011:

“A obra de Emily Dickinson é vista pela crítica como inesgotável em sua capacidade de possibilitar múltiplas leituras. Isso se dá por conta dos diferentes recursos de que a poeta se utilizou, dos quais se destacam a ambiguidade, a ironia e a sugestão como principais responsáveis pelas diversas interpretações que podem decorrer de apenas um poema”.

Os recursos que encontramos em seus poemas, apesar de serem em grande quantidade, não conseguem explicar o grande sucesso de seus trabalhos, que são até hoje discutidos.

José Lima, estudioso de Dickinson, e autor de inúmeros trabalhos sobre sua estrutura, forma de escrita, abordagem, entre outras coisas, coloca em belas palavras sua opinião:

“[Os poemas] hoje fazem parte, aos olhos de alguns, de um legado absorvido pela poesia contemporânea que se baseia, entre outras coisas, na priorização de uma linguagem menos formal e mais fragmentária, de ritmos mais maleáveis, de rimas ocasionais e outros efeitos estilísticos” (Grifos meus)

É um legado, pois, diferente de outros autores, Dickinson não foi aceita desde o começo, seus poemas só começaram a fazer sucesso depois de sua morte, e hoje são considerados cânones da literatura. Com sua escrita sofisticada, ela utiliza formas simples e comuns, não possui uma “receita”, um padrão. Segundo Small, “ela conseguia extrair as mais raras melodias, em vez de se submeter ao pentâmetro, representativo de uma tradição de dominação patriarcal”.

Muitas teorias são formadas por causa de seu estilo de vida. E muitos ainda dizem que tais traços aparecem em suas poesias. Li diversas referências que falavam sobre o poema que escolhi, no entanto fiquei surpresa com a diversidade de pensamentos que o tentavam explicar, contudo, tentei retirar deles o básico para a minha própria análise.

2 Análise do Poema

O poema “Flowers – Well – If anybody” de Emily Dickinson, apesar de ser aparentemente composto de versos livres, quando lido mais cautelosamente, percebe-se grande presença de aliterações, algumas rimas e sonoridade que contribuem para compor o sentido do poema.

Foram levados em consideração todos estes fatores na hora de propor uma tradução para o poema em questão, infelizmente, escolhas tiveram que ser feitas preservando hora a forma, hora estilo, hora conteúdo, visando ao máximo não prejudicar o resultado final que o transformasse em algo oposto ao original:

1          Flowers – Well – if anybody

2          Can the ecstasy define –

3          Half a transport – half a trouble –

4          With which flowers humble men.

5          Anybody find the fountain

6          From which floods so contra flow –

7          I will give him all the Daisies

8          Which upon the hillside blow.

9          Too much pathos in their faces

10        For a simple breast like mine –

11        Butterflies from St. Domingo

12        Cruising round the purple line –

13        Have a system of aesthetics –

14        Far superior to mine.

Flores – Bem – se pudesse

Com excitação explicar –

Meio encanto – meio pranto –

Como as flores humilham os homens

Alguém que descubra a fonte

Que flui contra o forte fluxo –

Eu lhe darei todas as Margaridas

Que farfalham sob as montanhas.

Há muito pathos em suas faces

Para um peito simples como meu –

Borboletas de São Domingo

Passando pelo breu –

Têm um sistema estético –

Muito superior ao meu

Depois de refletir sobre as escolhas feitas, e em alguns casos, sugerir duas opções de tradução, a seguir estarei relatando/explicando, verso a verso, a linha de pensamento que fomentou toda a minha análise.

TO: Flowers – Well – if anybody

TT: Flores – Bem – se pudesse

No primeiro verso, a palavra “Well”, no meu ponto de vista, soa em inglês, e ainda mais neste caso, como um suspiro, uma melodia suave, não foi encontrado nenhuma palavra equivalente em português, por isso manteve-se uma tradução literal de termos. Outro aspecto interessante para destacarmos neste verso é a omissão do sujeito. Em inglês – “if anybody” – de certa forma existe um sujeito que não está determinado mas que está ali presente, já na tradução do português, de forma oculta também existe esse sujeito, porém neste segundo caso se dá de forma mais implícita.

TO: Can the ecstasy define –

TT: Com excitação explicar –

Ao prosseguirmos para o segundo verso, começamos a perceber o contexto do poema, e a entender a admiração que a poetisa tinha pelas flores: ”Darwin’s [garden] was crucial to his developing theories of evolution. It was like a laboratory. Dickinson’s garden had the same use for her poetry.” (Cotter, 2010). Flores símbolos da inocência eram admiradas pela autora e expressa em seus poemas, assim, o termo “ecstasy”, nada mais representa que seu sentimento pelo objeto em si, algo forte, maravilhoso, difícil de explicar, por isso a escolha do português para excitação.

TO: Half a transport – half a trouble –

TT: Meio encanto – meio pranto –

No terceiro verso “Half a transport¹ – half a trouble² –” encontramos a repetição da palavra “half” e aliteração da consoante “T” no começo das palavras 1 e 2. Mantive em português a repetição da palavra “Meio”, porém decidi manter uma aliteração no final das palavras encanto e pranto. Neste caso, optei por modificar um pouco a estrutura do poema, porém de forma que não comprometesse demais seu conteúdo, ainda que perdesse a rima sonora de “trouble” com “Humble” no quarto verso. Para a tradução deste verso, baseei a minha escolha de “pranto” na tradução proposta por José Lima. Na primeira vez, havia pensado em: “Metade transporte – metade problema”, porém a tradução literal demais não estava me agradando, quando li a tradução que José Lima havia proposto achei a sua ideia muito boa e assim resolvi dela tirar a minha.

TO: With which flowers humble men.

TT: Como as flores humilham os homens

Na tentativa de manter a aliteração do “W” no quarto verso, como primeiro projeto havia traduzido: “Que como as flores humilham os homens”, tentando reproduzir pelo menos a aliteração sonora de “Q”. Entretanto, ao revisar estava demasiadamente comprometendo o sentido do verso, por isso, omiti o “Que” inicial. Neste verso, acredito que o comprometimento do sentindo afetaria muito mais meu projeto final do que a alteração da forma.

TO: Anybody find the fountain

TT: Alguém que descubra a fonte

TO: From which floods so contra flow –

TT: Que flui contra o forte fluxo –

Irei analisar os versos 5 e 6 em conjunto, pois considero uma das partes mais complicadas com relação a tradução: “Anybody find the fountain / From which floods so contra flow –”, a grande aliteração do “F”, é o que torna a tradução difícil, pois, conciliar conteúdo e forma, na maioria das vezes, não é possível. Tentei ao máximo manter os dois, mas em alguns casos como “find” não foi possível manter o equivalente, mesmo assim, mantive a aliteração em “F”, pois neste caso específico, Emily Dickinson brincou com a sonoridade de \f\, que remete o fluxo das águas. Tendo em vista essa sonoridade, quando propus: “Alguém que descubra a fonte / Que flui contra o forte fluxo –” não tendo perda nenhuma de sentido, pois se mantém a sonoridade. Entretanto, ao manter a aliteração em “F”, perdi algo significativo para o oitavo verso, porém irei explicar mais para frente.

TO: I will give him all the Daisies

TT: Eu lhe darei todas as Margaridas

No sétimo verso, reforço à ideia inicial de adoração de Emily Dickinson pelas flores, com a tradução: “Eu lhe darei todas as Margaridas”, assim como no original, o que temos de mais importante neste verso é o sentido. A Margarida representa aqui o que há de mais precioso para ela (tendo em vista o sentido simbólico que representa as flores = inocência), pois somente aquele que conseguir descobrir a fonte que corre contra o forte fluxo, que seja inocente e digno disso é quem irá recebê-la. Outro fator marcante desta palavra é que em todo o poema, ela é a única, com exceção dos começos de frases, que está escrito em letra maiúscula, mesmo não sendo comum a escrita desta forma em inglês.

TO: Which upon the hillside blow.

TT: Que farfalham sob as montanhas.

O verso número 8, no original, termina em rima com o verso número 6 “flow – blow”. Não pude manter essa rima em minha tradução, contudo usei de um recurso que talvez pudesse recriar uma rima interna dentro do poema, utilizando a palavra “farfalham”. A escolha desta palavra se deu em específico, pois ela mantém a aliteração em “F” que ocorrem nos versos 5 e 6.

TO: Too much pathos in their faces

TT: Há muito pathos em suas faces

Continuando no verso seguinte (9), temos a palavra chave “pathos”, “palavra de origem grega que indica imperfeição, tipo de experiência humana ou representação artística” (Merriam Webster Dictionary). Por ser uma palavra que me chamou a atenção já numa primeira leitura optei por não traduzi-la e dessa forma criar o mesmo estranhamento que causa no original, uma vez que esta palavra provavelmente não faz parte do vocabulário diário de um inglês, e tem uma carga muito grande de filosofia em seu significado.

TO: For a simple breast like mine –

TT: Para um peito simples como meu –

Neste verso, mais uma vez Dickinson expressa o seu sentimento com relação a sua sociedade e aos homens. É muita imperfeição, não há compaixão, tanto que nem ela consegue aguentar.

TO: Butterflies from St. Domingo

TT: Borboletas de São Domingo

Acredita-se que as primeiras leituras de Emily Dickinson, foram Shakespeare e a Bíblia (Guollo/Cabral, 2010). No verso “Butterflies from St. Domingo” a menção a St Domingo mostra a obscuridade de sua escrita, seria St Domingo um lugar ou esta querendo mencionar o Santo? A partir da preposição “from” acredito que seja a um lugar, porém com todo seu histórico de religião poderia ser simplesmente ao Santo. Neste caso cabe a cada leitor fazer o seu próprio julgamento. Com isso mantive a preposição em português “de” que é capaz de transmitir ambas as ideias de lugar e pessoa.

TO: Cruising round the purple line –

TT: Passando pelo breu –

No verso 12, “Cruising round the purple line – ”, novamente escolhi alterar o conteúdo, mas manter a forma para preservar as poucas oportunidades de frases terminadas em rima neste poema. Foi dada a tradução “Passando pelo breu” de forma que rimasse os versos 10, 12 e 14. Ainda assim, a rima não ficou perfeita, pois, no original temos as rimas: “mine / line / mine” e em português: “meu / breu / meu”, quando analisamos sonoramente essa junção, temos no primeiro caso, fonemas abertos /i/ e /e/, e em português fonemas fechados /e/ e /u/, que causam reações diversas, como em meu caso, onde a tradução em português ficou um pouco mais “pesada, carregada” neste sentido.

TO: Have a system of aesthetics –

TT: Têm um sistema estético –

TO: Far superior to mine.

TT: Muito superior ao meu

Nos versos 13 e 14 “têm um sistema estético / Muito superior ao meu”, Dickinson diz que as borboletas possuem um sistema mais acurado que o dela, novamente vê-se a crítica à sociedade, que na verdade não se importa com o que realmente deveria se importar, que possui padrões e valores “distorcidos”, dos quais ela não se orgulha e faz questão de retratar em seus poemas.

Ao analisar o sentido de cada estrofe como conjunto, percebemos que acontece algo gradativo, começa com uma emoção no começo (1ª estrofe) e termina (2ª estrofe) com outra.  A segunda estrofe com relação à primeira é muito mais pesada e muito mais sofrida.

Assim como ressaltado no começo, apesar de parecer um texto livre de rimas, as rimas internas, é que dificultam a tradução. Encontramos nos versos 4, 6 e 8, a repetição da palavra “Which” no começo dos versos, Dickinson não possui uma receita de poema, existem rimas em seu texto do começo ao fim literalmente, em versos ímpares, em versos pares, que rimassem no começo ou no final dos versos e tudo isso em um único poema de 14 versos.

A questão principal abordada neste poema é a sociedade patriarcal de sua época. Dickinson critica aqui a sua sociedade e os ideais de beleza de forma sutil e bem irônica, falando em homens, sistemas estéticos, flores e borboletas, tornando tudo bastante enigmático, fazendo jus a sua fama.

3 Referências Bibliográficas:

­­­­­­­­­­­­­­­­­COTTER, Holland. “The Poet as Gardener and Tiger Lily”. The New York Times. (Apr. 30, 2010): Arts and Entertainment: PC23 (L).

Acessado em: 02 de Dezembro de 2012

Disponível em:

<http://www.nytimes.com/2010/04/30/arts/design/30dickinson.html?_r=0>

LIRA, José. “Presença do soneto na poesia de Emily Dickinson”. Fragmentos, número 34, p. 073/090 Florianópolis/ jan – jun/ 2008

Acessado em: 01 de Dezembro de 2012

Disponível em:

<http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/fragmentos/article/view/8842>

LIRA, José. Os mitos de ontem e as falácias de hoje: Emily Dickinson e a poesia sentimental”. REVISTA LETRAS, CURITIBA, N. 68, P. 27-48, JAN./ABR. 2006. EDITORA UFPR.

Acessado em: 03 de Dezembro de 2012

Disponível em:

<http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/letras/article/viewArticle/6136>

MOURÃO. Fernanda. “117 e outros poemas: à procura da palavra de Emily Dickinson”. Belo Horizonte, 11 de julho de 2008.

Acessado em: 01 de Dezembro de 2012

Disponível em:

<http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/handle/1843/ECAP-7H2Q44>

PETRINO, Elizabeth. “Emily Dickinson and her culture”. Critical Insights.

Acessado em: 02 de Dezembro de 2012

Disponível em:

<http://salempress.com/Store/pdfs/dickinson_critical_insights.pdf>

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Ron Mueck

A exposição na Pinacoteca do Estado de São Paulo “Ron Mueck” é realmente uma programação indispensável. A exposição abrange nove obras do escultor. As obras não são as mesmas que estiveram no Rio de Janeiro em março deste ano, desta forma, quem foi no Rio pode ir à exposição em São Paulo também.

Ver as imagens em fotos e pessoalmente é bem diferente. Os detalhes pensados para cada obra é muito rico e real. Ele teve a preocupação com todos os detalhes da figura humana, unhas (limpas e sujas), veias, varizes, feições, atitudes, etc.

Selecionei algumas fotos que mostram um pouco desses detalhes:

Nesta escultura temos o detalhe da barba, das linhas da boca semiaberta que mostra até o dente, as linhas dos olhos.

A vontade de tocar é grande!

Aqui pode-se observar que o menino está segurando o punho da menina com força, como se ele estivesse dando uma bronca.

E essa foi a minha favorita. Note a mão dele no braço dela, a marca do maiô nos ombros, as unhas e o pé.

Não percam essa oportunidade!

Abraços,

Marina Olivetti

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Boas Festas

Nós da Spell Traduções desejamos que em 2015 as palavras mais importantes e bonitas façam parte do seu ano, independente do idioma.

Que a qualidade Spell esteja cada dia mais presente em sua vida.

Agradecemos a sua parceria e confiança!

Boas Festas!

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