A/an MBA

A/an MBA

Qual artigo devemos escolher?

A escolha do artigo correto pode gerar dúvidas neste caso, pois aqui não seguimos a regra:

“a” antes de consoante

“an” antes de vogal

Essa alteração se deve ao fato de que devemos levar em consideração o som das palavras, utilizando “a” antes de som de consoante e “an” antes de som de vogal. Como a letra M tem som de “em”, a escolha correta é “an MBA”.

Ao usar a sigla devemos optar por: an MBA

Ao usar por extenso devemos optar por: a Master of Business Administration degree

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Pardon anything

Aproveitando que estamos em ritmo de Copa do Mundo, indicamos este texto escrito pelo humorista Gregorio Duvivier para a Folha de São Paulo. A leitura mostra expressões comuns aos brasileiros que na maioria das vezes são literalmente (e mal) traduzidas para o inglês, sem significado nenhum, porém muitíssimo engraçadas. Have fun!

Pardon anything

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2014/06/1466925-pardon-anything.shtml

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Vocabulário Copa

Para essa semana preparamos algo voltado para a Copa.

Segue abaixo uma lista de vocabulário!

Vocabulário Copa:

FIFA : International Federation of Football

Futebol – football (a escolha segue o inglês britânico)

Campo – field

Bola – ball

Escalação – lineup

Jogo – match

Time – team

Gol – gol

Jogador – player

Goleiro – goalkepper

Defesa – defender

Ataque – attacker

Bandeirinha – assistant referee

Cartão vermelho – red card

Cartão amarelo – yellow card

Pênalti – penalty

Falta – foul

Impedido – offside

Empatado – tie

Trave – crossbar

Postes de meta – goal posts

Rede – net

Chutar – kick

Driblar – dribble

Tiro de meta – goal kick

Escanteio – corner kick

Cobrança – throw-in (left throw-in/ right throw-in)

Tiro livre – free kick

Aproveitem!

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A importância das Traduções em um evento como a Copa do Mundo

Estamos a poucos dias do início da Copa do Mundo no Brasil e deixando de lado a questão “Vai ter Copa X não Vai ter Copa” falaremos hoje de um ponto de extrema importância e que muitas vezes parece ser ignorado. Eventos como uma Copa do Mundo, como o próprio nome diz, envolvem pessoas do mundo inteiro e com isso pessoas se comunicando em diferentes idiomas. Não basta ser sede de um evento tão grandioso como este. É preciso ter preocupações para tal realização.

Volto a dizer que o ponto deste post não é defender ou não a Copa. Até porque adoro futebol, vou torcer muito pelo Brasil nesta Copa e acho que o momento do protesto para não haver uma Copa já passou faz alguns anos.

Então porque não se preocupar com as traduções e revisões de placas, menus de restaurantes, informativos, etc?

Encontramos alguns exemplos destas traduções (se é que podemos chamá-las de traduções) que nos mostram a total falta de preocupação com algo que deveria ser muito considerado: a importância das traduções.

Quando falamos em traduções, muita gente logo pensa que é algo simples, que qualquer pessoa que sabe um pouco do idioma conseguirá fazer, entre outros. Porém, fazer uma tradução é algo que requer estudo, prática e muita dedicação.

Não é simples como muitos pensam. O resultado de se pensar assim é o que podemos ver abaixo. Traduções sem o mínimo de sentido e que perdem o seu principal papel: comunicar.

As pessoas que lerão isso para tentar se orientar, para entender o que precisam pedir ou para onde devem ir não conseguirão entender nada e muitas vezes entenderão o que não é!

Nós, profissionais desta área, lamentamos e desejamos boa sorte para todos que dependerão destas traduções para conseguir se comunicar!

Joanna Niero

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EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS (IDIOMS)

Este post complementa o documento sobre Língua e Cultura, assim como o que já publicamos sobre expressões.

A Língua Inglesa possui algumas armadilhas para quem não a fala como língua materna, dentre elas estão as Expressões Idiomáticas (Idioms), que são figuras de linguagem onde um termo ou a frase assume um significado diferente do que as palavras teriam isoladamente. Assim, não basta saber o significado das palavras que formam a frase, é preciso olhar para todo o grupo de palavras que constitui a expressão para entender o seu significado. As Expressões Idiomáticas trazem conotações diferentes, que, na maioria das vezes, estão relacionadas às suas origens. É importante salientar que os idiomatismos não foram criados para serem armadilhas para os falantes estrangeiros, pelo contrário, elas tornam o Inglês Falado (Spoken English) mais natural. Relacionamos abaixo alguns exemplos de Expressões Idiomáticas mais usadas pelos falantes nativos da Língua Inglesa. (http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/Expressoes1.php)

Recomendamos esta página no Facebook:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10151051879964615.447658.199215819614&type=3

É uma ótima opção para ficar por dentro dos idioms. Toda semana são disponibilizadas expressões idiomáticas em inglês e expressões equivalentes em português.

Have fun!

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Língua e cultura

No mundo da tradução nos deparamos com algumas diferenças entre as línguas e alguns conceitos que parecem um pouco estranhos e até difícil de entender em alguns casos. Nossa língua, como todas as outras, está intimamente vinculada com nossa cultura. Assim, quando aprendemos outra língua, devemos ter em mente que estamos aprendendo outra cultura também.

Um aspecto que sempre chamou minha atenção é que alguns substantivos são usados sempre no plural em inglês porque eles são vistos como objetos consistentes de duas partes, ao invés de apenas um objeto. Exemplos disso são: “scissors”, “glasses”, “jeans”, “trousers”, “shorts” e “pants”. No português, alguns desses substantivos são usados no plural como “óculos” e outros no singular, como “tesoura”, “calça”. Já o termo “shorts”, segundo o dicionário Aulete, é usado tanto no singular como no plural. Essa diferença se deve ao fato de que tanto tesoura como calça, apesar de estarem conectados, possuem duas partes. Assim, a cultura vinculada com a língua inglesa entende esses objetos como um conjunto de duas partes, por outro lado, a cultura vinculada ao português entende esses objetos como algo único uma vez que está conectado.

Outra diferença entre as línguas também está no foco que é dado ao objeto. Por exemplo, a palavra “beija-flor”em português origina-se do fato de o pássaro conter um bico longo que, quando usa para alimentar-se da flor, parece que a está beijando. Já no inglês, “humming Bird” originou-se do fato de o animal omitir um zumbido quando bate as asas. Em francês, por outro lado, o pássaro é denominado “oiseau-mouche” devido ao seu tamanho característico. Assim, é bem provável que quando algum estrangeiro tente se referir a esse pássaro dizendo que é “aquele que faz um zumbido” ou “aquele pássaro pequenininho”, o beija-flor não seja o primeiro pássaro que nos venha a mente.

Apesar de o foco dado à característica do pássaro, originando seu nome, ser mais fácil de entender, também é possível compreender o raciocínio que acabou por gerar o entendimento de algo como um objeto ou um conjunto deles. Portanto, sempre que aprendemos outra língua devemos ter em mente que precisamos aprender sobre a cultura do país para poder compreender melhor a língua e até algumas regras.

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ANGLICISMO

Selecionamos para esse post trechos retirados da dissertação “PRESENÇA E USO DE ANGLICISMOS NO COTIDIANO BRASILEIRO: a visão de pessoas comuns” de OLANDINA DELLA JUSTINA, 2006.

Os anglicismos fazem parte do nosso cotidiano e a sua ubiquidade é facilmente notada, uma vez que se faz presente desde o desjejum, no biscoito cream cracker ou pão Pullman, nas várias marcas de carros (Palio fire, adventure, weekend, fox), que usamos para ir ao trabalho, no aparelho de som: rádio ou CD player, nos comandos (power, fast forward, rewind, etc.), nas músicas que dele ouvimos (Money no bolso, é tudo o que eu quero, money no bolso, saúde e sucesso…), nas fachadas das lojas, centros comerciais que avistamos pelo caminho (Fancy Calçados, Speed Pneus, Bob’s Lanches, Mister Sound, Mister Pão, Shopping Popular, Big Lar, Delicious Fish, etc), no notebook ou laptop que é utilizado no trabalho, desde os comandos para desempenhar as tarefas mais simples (delete, save, shift, backspace, etc.) até as navegações pelos sites que oferecem notícias, novidades, dados de pesquisas, livros em inglês, no coffee-break, na marca da bebida (Sprite, Red Bull, Passport, Kaiser – em lata ou long neck, Keep Cooler, etc.) que nos acompanha na happy hour juntamente com um cheese-egg, cheese bacon ou outro qualquer, em pleno rush da saída do trabalho para, então, no acalanto do lar, assistir, na telinha, filmes, séries, propaganda, shows, telenovelas que trazem inúmeras expressões em inglês.

É impossível irmos a um shopping center, supermercado, loja de roupas ou de eletrodomésticos, lanchonete, entrarmos em casa, no nosso carro, sairmos à rua sem vermos como a língua inglesa se faz presente em nossa vida, na nossa língua e na ideologia dos brasileiros. Todavia, o Brasil não é o nosso o único país de língua portuguesa que faz uso de termos estrangeiros. Em Portugal, foi lançado em 2001 um novo dicionário contendo 750 novos estrangeirismos.

Assim, vemos que o homem comum está socialmente situado num cenário linguisticamente misturado, transglóssico e repleto de empréstimos do inglês. Quer dizer, o português do Brasil não é puro como querem alguns gramáticos puristas, tampouco a presença de anglicismos na língua portuguesa é apenas um fato linguístico como querem outros. Entender os efeitos de sentido delineados nos discursos em torno do inglês faz-se necessário. Como vimos, em suas atividades, das mais simples às mais complexas, o brasileiro convive com, usa e visualiza palavras que podem ser compreendidas (ou não), (re)interpretadas e ajustadas às suas necessidades de uso.

De acordo com Berlitz (1982: 21), o uso de uma língua pode suplantar o de outra, em longo prazo, como podemos observar nos processos de colonização de vários países. O contato entre línguas pode, ainda, resultar numa língua misturada resultando num pidgin – língua auxiliar, segunda língua, criada por pessoas que não têm nenhuma língua em comum (Trask, 2004:228) – ou, posteriormente, num crioulo – quando o pidgin se torna a língua materna de uma comunidade linguística (Calvet, 2002:167). Hoje, o inglês é a língua mundial usada amplamente por pessoas falantes de outras línguas em processo contínuo de expansão devido à globalização.

Considerações Finais

A presença de anglicismos no contexto urbano não é privilégio do Brasil nem de países em desenvolvimento e tampouco as atitudes das pessoas em relação aos termos em inglês deixam de despertar a ira de um grupo de pessoas que tentam legislar sobre o assunto (França, Espanha, por exemplo) e outros que tendem a conviver com eles (Japão) de forma menos conflituosa.

Neste estudo, percebemos que no Brasil as crenças inferidas acerca da presença e uso de anglicismos convergem para três princípios diferentes:

1. Os anglicismos denunciam um sentimento de esnobismo ou prestígio atribuindo ao inglês uma valoração positiva por estar associado à ideia de beleza, elegância, superioridade de objetos, modernidade, desenvolvimento e, em consequência, acesso a bens culturais e econômicos propagados pelos Estados Unidos.

2. Os anglicismos sob a égide do apelo esnobe suscitam dois tipos de atitudes, ora num movimento de aproximação com a língua e cultura norte-americana, eles despertam sentimentos de resignação e identificação, ora sob a égide da crítica ao imperialismo norte-americano despertam a recusa à adesão e a ira dos participantes por se sentirem atingidos na sua identidade nacional ao perceberem que sua língua e cultura estão sendo desvalorizadas.

3. Os anglicismos sob a égide da função pragmática ou instrumental são acolhidos em uma atitude realista quando os participantes diante da necessidade de usá-los em atividades profissionais o fazem com o propósito de desempenharem suas tarefas.

Seja sob o princípio do apelo esnobe, da função pragmática, ou da crítica ao imperialismo norte-americano, os brasileiros demonstram estar sintonizados e ser inevitável a mundialidade e expansão do inglês na vida cotidiana. A função pragmática embutida nos outros dois princípios e que permeia a maioria das falas dos participantes, parece imprimir um sentido realista, equilibrado e eficiente às atitudes de aceitação resignada ou de embate derrotista. Embora os dois primeiros

princípios estejam atrelados à tendência de perceber a língua inglesa como norte-americana e, com todas as consequências que isso possa acarretar, os participantes desta pesquisa também percebem que o inglês perde, de certa forma, sua territorialidade original para se constituir em língua sem pátria ou, nos dizeres de Ortiz (1994: 192) em língua “bastarda”, adaptada às distorções que as culturas lhe infligem. Anglicismos ou estrangeirismos acabam sendo acolhidos por questão prática, sejam eles compreendidos ou não, originalmente aceitos ou transformados pelas marcas linguísticas e culturais brasileiras.

Essa visão pragmática os exime de entrar num embate acirrado ao modo do Projeto de Lei do político Aldo Rebelo atacando os estrangeirismos como ameaça à integridade da língua portuguesa e soberania nacional, ou ao modo dos linguistas que os veem como parte do processo natural das línguas vivas em que expressões em língua estrangeira, geralmente se insurgem no léxico, sofrem diferentes processos de transformação, ora sendo incorporadas, ora sendo aportuguesadas, ora sendo descartadas, conforme discutimos nos pressupostos deste trabalho. Para concluir, gostaria de apontar algumas limitações e implicações que reconheço neste estudo.

Primeiro, o estudo é limitado pelos seus números de participantes (quatorze) e de entrevistas (uma com cada participante). No entanto, tendo em vista o tempo limitado para elaborar uma dissertação de mestrado, tal escolha me pareceu realista. No entanto, se existe essa limitação, ela é mais relevante em pesquisa quantitativa, já que aqui o objetivo do meu estudo não buscou generalizações para todos os grupos, mas um entendimento de como quatorze participantes retratam sua visão acerca dos anglicismos ao seu redor, nas suas atividades sociais e profissionais.

Segundo, neste estudo, não tentei induzir padrões normativos de como as pessoas devem reagir diante da presença ou uso de anglicismos no cotidiano urbano brasileiro. Por exemplo, não tentei apresentar aos participantes as teorias da expansão ideológica do inglês como inculcação do regime capitalista. Ao contrário, tentei descrever a forma e o processo de entendimento dos participantes do meu estudo.

Para ter acesso à dissertação completa, acesse: http://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=6&ved=0CEkQFjAF&url=http%3A%2F%2Fwww.ufmt.br%2Fufmt%2Funidade%2Fuserfiles%2Fpublicacoes%2F49f06bf3debf44357778b92d8c6d1568.pdf&ei=9ZUxU9faIYj4kQfuvoHoAQ&usg=AFQjCNHiEBVT00oOEZDQp_Bz9zI0S9Zq3A&bvm=bv.63587204,d.eW0

E para finalizar selecionamos uma tira da Mafalda!

Enjoy!

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Expressões

Quando estamos aprendendo inglês nos deparamos com expressões que, se forem entendidas literalmente, não fariam sentido algum ou teriam um significado completamente diferente. Alguns dicionários podem nos ajudar, mas nem sempre podemos contar com eles. Faremos uma pequena explicação sobre algumas expressões desse tipo, com o intuito de ajudar os estudantes da língua.

Someone is on cloud nine: Apesar de a expressão conter o número nove, não tem nada a ver com número ou quantidade, mas até que está relacionada com nuvem. É usada para alguém que está muito feliz, que seria mais ou menos o equivalente de “estar nas nuvens”, em português.

Someone is thick as two short planks: Essa expressão pode causar muita confusão para quem está começando a aprender inglês, porque poderia ser traduzido literalmente como “grosso como duas tábuas curtas”. Então a pessoa pensa que quer dizer que a pessoa é grossa no sentido figurado, o que até que faz sentido. Entretanto, em inglês, “thick” também quer dizer que a pessoa não é muito inteligente, o que também faz sentido se pensarmos que tábuas não estão andando por ai citando Shakespeare. Em conclusão, o equivalente mais próximo seria “burro como uma porta”.

That’s a bit on the dear side: Já essa expressão pode levar a pensar que estamos falando de sentar do lado de sua amada, mas o significado real também não é muito óbvio. Como “dear” tem como sentido principal algo positivo (querido) somos levados a pensar que a frase também tem um sentido positivo. Contudo, “dear” também possui o sentido de “precioso”, o que explica melhor a expressão, que é um modo educado de dizer que alguma coisa está um pouco cara.

Someone is legless: Calma, essa expressão não é um jeito mal educado de dizer que alguém é deficiente físico. Na verdade, até está relacionado com “pernas”, mas não tem nada a ver com a ausência delas. Usa-se geralmente para alguém que bebeu um pouco demais da conta e praticamente não consegue andar.

Someone is on the bread line: Lendo essa expressão pela primeira vez podemos questionar porque estar na “fila do pão” seria algo interessante, entretanto, há um pouco de história por trás dela. Antigamente, na Inglaterra, as instituições de caridade distribuíam pães para as pessoas carentes e, para receber o alimento, eles ficavam na “fila do pão” esperando sua vez. Deste modo, a expressão significa alguém carente, necessitado.

Getting a bit long in the tooth: Não, essa expressão não é usada para descrever alguém que está ficando parecido com a Mônica. Na verdade, ela era usada antigamente para descrever cavalos que estavam ficando velhos e é atualmente usada para pessoas que estão muito velhas para exercer seu cargo atual. Temos uma expressão que também está relaciona cavalo e idade: “cavalo dado não se olha os dentes”. A expressão surgiu do ato de olhar os dentes do cavalo para poder saber se ele é mais velho, devido à presença da arcada completa (que só ocorre no quarto ou quinto ano de vida do animal).

I’m not short of a bob or two: Não precisa se desesperar porque essa expressão não tem nenhuma relação com mulheres que colecionam namorados chamados Bob. Também não está relacionado com mulheres que possuem vários bobes de cabelo em casa. Na verdade, bob era a moeda antiga da Inglaterra, portanto, a expressão é usada para se referir a uma pessoa rica, uma vez que não lhe falta nenhum bob.

Why the long face?: Apesar dessa expressão ser mais comum, acredito que quem nunca ouviu poderia não entendê-la, talvez até ficar chateado com a pergunta ou falar que a culpa é da genética porque sua mãe também tem a cara alongada. Entretanto, “long face” na verdade se refere à expressão que a pessoa fica no rosto quando está triste.

Pushing up daisies: Apesar de fazer sentido, a expressão não tem nada a ver com alguém que gosta de flores e por isso está colhendo margaridas no campo. Também não pense que a expressão é bonita só porque a imagem de um campo de margaridas é agradável. Na realidade, é um jeito meio grosseiro de dizer que alguém morreu, como dizer que alguém está “comendo capim pela raiz”.

That’s the pot calling the kettle black:

Atualmente, essa expressão pode ficar um pouco confusa para quem não tem muito conhecimento sobre a culinária de antigamente. Como as panelas eram feitas de metal e colocadas quase diretamente no fogo, ficavam pretas muito rapidamente. Assim, tanto a panela quanto a chaleira ficavam igualmente escuras. Por conseguinte, a expressão pode ser considerada equivalente de “é o roto falando do rasgado”.

Someone is down and out: Essa expressão sempre me lembra alguma coisa relacionada com um time de futebol americano que não está muito bem das pernas. Entretanto, a expressão não tem relação alguma com o esporte, mas um pouco a ver com uma pessoa que não está numa situação boa, pois é usada para caracterizar uma pessoa sem teto. Uma curiosidade é que também pode ser usado como um substantivo com o mesmo significado: “a down-and-out”.

Esperamos que você tenha aprendido algumas expressões novas em inglês e agora possa usá-las para surpreender alguém ou pelo menos para poder entender o que a pessoa está tentando dizer.

Fonte: http://www.ihbristol.com/

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Eight English Words You Shouldn’t Use Abroad

You may think it’s easy to communicate when you’re visiting another English-speaking country, but think again! Certain words mean something entirely different on the other side of the world. Read on to see which eight words could cause you embarrassment across the pond or down under.

Pants

Be careful who you tell in the U.K. that you have to go pants shopping—across the pond, "pants" means "underwear." When you're talking about jeans and khakis, you should call them "trousers."

Avoid Using In: The U.K., Ireland